Talvez o abismo que sinto - nunca mi senti tam perdido, creio, ou agora, a dizer isso, me rapele dum outro andré - aquele mesmo qui foi à frança sete anos atrás. Pois bem talvez o abismo seja justo o momento da grande transição. Terminar esta pequena era e dar início a uma nova.
Metamorfose num novo andré, onde reapareçam sinais que ates eram só pistas agora desenvoltos, cadeias inteiras de faces reveladas. De novo, como na ilha de robinson, passar à carta seguinte. É um novo avatar que se abre, e preciso ter tanto cuidado com o abismo, a tristeza a solidão e mesmo a revolta não é confiável. De volta ao cuidado de si. Abandonar o quarto, o símbolo primeiro. Fim do lar natural, início da era nômade. Encontrar a paz da solidão, a panaceia, o bálsamo que neutraliza os venenos. Purificação. Preciso de força, si quero infrentar mesmo o moloch dos muitos disfarces. Protegei-me.

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