Contra a televisão. Contra o cinema. A imagem deve ficar PARADA.

Pela fragmentação. Seremos descontínuos como o tempo digital. Os antigos tinham ponteiros, nós saltamos entre números: é a memória estroboscópica.

Tesouras. Tesouras. Tesouras. Tesouras.

Infidelidade do público. Mas não há picadeiro. E o verbo publicar nasceu da metafísica do autor. Transcendência da arte eterna, isolada, amputada do corpo. Seremos materialistas. Pelo lixo como produto universal.

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