Ler (sobre) Keynes me dá... inveja. Politicamente influente; carreira acadêmica brilhante, irretocável - iniciada com um tratado filosófico - estilo de escrita elegante, convincente. Cá comigo, me concedo... lentidão... talvez abandonar amargamente os sonhos de grande contribuição... Preciso fazer análise para me entender melhor com a gazeta - hoje não vejo mais nela nada de interessante! (Contratar Letícia, pagar todo o IR que for necessário; ou parar com a ficção de dar lucro, e acabar com a participação de vidi-caru... Afastar-me) pois hoje todo meu interesse está, ainda na administração pública e no debate acadêmico. (É que mesmo a gazeta se financiando e tudo... nunca vai me dar nome. E não transforma nada... Não sei que objetivos devo tomar... cansei. Instagram eu não topo, ficar no papo conjuntura - a nível superficial - tô fora... maniqueísta...) A gazeta... está abalada com minha descrença na mmt, que impõe o desafio urgente de se pensar um "desenvolvimentismo fiscal" (independente de saúde/educação; social/ambiental)(A necessidade teórica/política disto não está sendo bem colocada!) e uma reabilitação do funcionalismo público, insulado? tecnocracia x democracia e planejamento... Fazer da gazeta um espaço para colunas? ou, ver os jornais em que os amigos publicam as mesmices de sempre, e enviar textos manifestos? Escrever artiguetos de opinião em meios de comunicação consolidados (uma construção ao longo dos próximos 4 anos)
Comecei a escrever essa digressão, para falar dos meus textos inconclusos - de literatura, e de filosofia. A metafísica pesada do materialismo geral; antes o ensaio sobre meios de comunicação e poder na manualia; ou os debates de anarquia e autogestão... Queria publicar versões simples na usina. Sem drama, sem rever tanto, só expressar a antiga ideia; pontuar. Ao lado, toda a poesia e textos curtos que escrevi, alguns com grande graça; que se perderam esmagados pelo projeto da economatopeia... ficaram à margem: a sede do peixe. Não são nada de mais, mas eu bem queria publicar. E os poegramas!
Hm... sobre o materialismo, tem o novo trabalho de 2023 iniciado um grande fluxo poético-metafísico (além de vários recortes-coluna albatroz; e do experimento do 7 de abril de 2022), para além do ensaio tímido publicado
Sobre a manualia sim valia uma arqueologia das teses; que eu nunca propriamente entendi qual era: era uma pesquisa (se lembro, houve uma tentativa encaretante de fechar) - Havia uma (alguns marcos teóricos) história teórica do poder pelos meios de comunicação, e os abalos que suas revoluções de emissão provocavam... ao mesmo tempo que um ensaio sobre o potencial ontogenético do papel escrito; da edição (e sua facilitação)
Sobre autogestão... o texto publicado traz o mínimo, mas sem muita filosofia. E o elogio da faxina? Mas mais no núcleo, as ideias suco de edição, junto com Carlos? Um balanço dos experimentos... a noção de escravo da função - de volta ao colab? aplicar os 10 princípios à suco? Desenvolver os 10 princípios, em seu debate implícito sobre anarquia? (citar o quê, rodrigo nunes, avaliando o horizontal que se desmancha em tiranias do sem organização e um anarco individual, vs. a tentativa de erguer comunidade mas muito de olho nos focos de centralização?) - e o que seria publicar, tornar artigo para seminário acadêmico? um debate elegante... em revista?
+ katkafagia (datado) + viagem com jo (digitar) + diários cdd (digitar?)
...Se não publiquei tanto, também não é o caso das ideias terem morrido. Quiçá ainda germinem e voltem à tona para uma nova geração?
Nenhum comentário:
Postar um comentário