Essa concepção quantitativista da democracia então só deveria se importar com China, Índia, sem ver muita relevância nas minorias ínfimas de países latinoamericanos isolados.
Contra isso, mais do que a variedade cultural (de que é difícil defender sua especialidade frente às massas asiáticas), temos a variedade de autodeterminação, a diversificação de Estados como um valor.
É preciso a PJ da terra, gerida coletivamente, a governança global - uma federação de países. Mas essa federação deve respeitar a autonomia dos países, irrespectiva da quantidade populacional.
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