Relendo aqui as coisas antigas, abrindo a geladeira para retomar o restante do meu corpo, meu imenso corpo de sonhos. Quisera estar num projeto sem sentido, mais um delírio de publicar genialidades rompantes, jogar na cara das pessoas. Algo radical: quisera encontrar alguém que tivesse fogo, estupidez, ingenuidade, fraqueza para nos perdermos do que realmente constrói, fazendo essas travessuras. Quisera diversões, provocar a mente não pelo excesso repetido do dado, mas ao contrário, pelo inesperado
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