costumo usar o argumento industrial: policiamento é artesanato, não é assim que se garante segurança pública numa metrópole.
mas quando falam da crise o argumento é genético: não podem todos poupar ao mesmo tempo, são círculos que se movem, é essa a natureza da abundância; não é linearmente que se chega a um fim, mas dando a volta e descobrindo o que está atrás do início
e daí voltamos aos argumentos industriais e vemos que eles são uma aproximação que perde o essencial: que não sabemos como se opera o salto do industrial pro divisível, para a simultaneidade de apostas que é o coletivo
o salto do individual pro divisível
do átomo para a anatomia
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