No fundo, em última instância, minha pesquisa é aquela pergunta: quem escreve e que funções o papel escrito desempenha na sociedade. Que mecanismos podem ser articulados no espaço de representação do papel; que mecanismos podem ser articulados pela concentração de funções num objeto móvel, impessoal.
Desde a planta arquitetônica, ou uma lista de compras, a cartas, mensagens (o baralho é fascinante)
Cada vez que me vejo fascinado por um papel, seja uma memória, um bilhete, uma indicação, etiqueta, uma partitura, um romance, uma ideia anotada, um lindo desenho, uma nota caríssima, um calendário, uma escritura, ata, cosntituição, a bíblia... quase que exlcamo: voilá! hélas! zut! zut! zut! eis o papel: que fascínio.
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