O que martin quer dizer - quando elogia, no alemão, as raízes gregas -
é que elas conectam a planta de línguas metafísico-abstratas de
culturas desligadas do solo (o ocidente latinizado) às línguas
egípcio-ciganas: o oriente
O ORIENTE DO PENSAMENTO
Em
"O que significa 'orientar-se' no pensamento", martin defendia
simplesmente o oriente: mover a metafísica ocidental em direção ao
Leste, ao Nascente.
(paganismo antigo de chamar o norte
de cima, eixo do céu meteorológico das estações, oposto ao ante-polo
anti-ártico do perder-se de navio rumo aos mares do sul ou do
extremo-oriente...)
Martin nos alerta para a "visão"
por detrás das línguas... Que morfologias de raízes o português
falado-alfabetizado não carrega?
"O que significa comunicar-se em nossa língua" era um texto-tema que martin sugeria/incentivava seus alunos a escreverem.
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