Se bem estejamos adentrando tempos nos quais as dualidades vêm sendo cada vez mais deslegitimadas, e haja um esforço constante - dentre as mentes comprometidas com um projeto de pensamento progressista - pelas categorias não-polares, na prática as raízes da organização binária penetram fundo, seja no concebido, seja no percebido. Poderíamos, inclusive, dissecar esta primeira frase em suas oposições antes e agora, nós e eles, comprometidos ou não, etc. até a própria estrutura "se bem..., na prática".
Dito isto, eu gostaria de iniciar esta sequência de palestras sobre o dualismo por uma das dualidades mais presentes no dia a dia da política: a esquerda e a direita. E eu gostaria, como primeiro passo, de assumi-la imediatamente como uma oposição de rumos: para um lado, para o outro.
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